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Próxima Partida:

FLUMINENSE x
ATLÉTICO-PR
Campeonato: Brasileiro
Data: 09.09 (dom) 19h
Estádio: Maracanã
Público: Com torcida
Cidade: Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: - (--)
Assistentes: - (--) e - (--)
Transmissão: Premiere Esportes e Banda B
Maracanã:

Endereço do Estádio:
Rua Professor Eurico Rabelo, s/n
Como chegar ao estádio:
-
Preços dos ingressos:
Visitantes: R$ 10
Postos de venda de ingressos:
- Maracanã (bilheteria 8)
- Fluminense (Laranjeiras)
- General Severiano
- Gávea
- Casa de shows Rio Sampa
Onde se hospedar no Rio de Janeiro:
Plaza Copacabana Hotel:
Av. Princesa Isabel , 263 –
Telefone: (21) 2195-5500
Arpoador Inn:
Rua Francisco Otaviano, 177 –
Telefone: (21) 2176-3371
Hotel Glória:
Rua do Russel, 632 –
Telefone: (21) 2555-7272
Copacabana Mar Hotel:
Rua Min. Viveiros de Castro, 155 – Telefone: (21) 2542-5141
Última Partida:

GOIÁS x
ATLÉTICO-PR
Campeonato: Brasileiro
Estádio: Serra Dourada
Público: 3.496 torcedores
Cidade: Goiânia (GO)
Árbitro: Cléber Wellington Abade (SP)
Assistentes: Valter José dos Reis (Fifa-SP) e Aline Lopes Lambert (SP)
Serra Dourada:

http://www.diskingressos.com.b
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CT DO CAJU Boletim de Treinos - Sábado
Treino Recreativo
Na manhã deste sábado, os jogadores se reapresentaram no CT do Caju para o último treinamento antes da viagem à Campinas. Com o time definido, o treinador Givanildo Oliveira observou um trabalho recreativo, que foi comandado pelo assistente técnico Nilson Borges. O grupo foi separado em duas equipe, que disputaram um jogo com campo reduzido. Pela equipe com colete, marcaram gols o volante Bruno Lança e o atacante Pedro Oldoni. Já na equipe sem colete, marcaram gols o zagueiro Paulo André (3), Pezzolano, Caetano, Jonatas e Moreno. Confira as equipes:
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Com Colete |
Sem colete |
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Tiago Cardoso (g) Willian Alex Erandir Edimar Marcus Winícius Alan Bahia Cléber Michel Bastos Wellington Vero Danilo Pedro Oldoni Bruno Lança Dagoberto Válber Evandro Ricardinho Ivan |
Guilherme (g) João Leonardo Pezzolano Jonatas Caetano Paulo André Cléo Simão André Rocha Denis Marques Moreno Cristian Herrera Carlos Alberto Jancarlos |
Fonte: Site Oficial do Atlético-PR
Escrito por Vinícius às 20h50

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BRASILEIRÃO Sem torcida, Atlético quer reencontrar o caminho da vitória
O Atlético quer acabar com a incômoda marca de cinco partidas sem vitória neste domingo.
Longe de casa e sem nenhum torcedor no estádio, o Furacão enfrenta o Santos, às 16 horas, no Estádio Papa João Paulo II, em Mogi Mirim.
O Santos foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de mando de jogo, por incidentes na Vila Belmiro na última rodada do Brasileiro de 2005. Assim, com o silêncio das arquibancadas, o Furacão busca reencontrar o bom futebol e somar novamente três pontos.
Para conseguir isso, o Atlético viajou para São Paulo definido. Porém, somente na cabeça do treinador Givanildo Oliveira. Nesta sexta-feira, o elenco realizou o último coletivo para a partida, mas a imprensa não teve acesso ao treinamento.
Givanildo já afirmou que só divulgará a escalação oficial do Atlético momentos antes da partida. A única certeza é a estréia do lateral-direito Carlos Alberto, no lugar de Jancarlos, suspenso. As dúvidas estão no meio-campo, no ataque e até na forma de jogar.
O treinador admitiu que pode alterar o sistema tático para o 3-5-2, que era como o Atlético vinha jogando no início da temporada. Alex está recuperado e pode fazer o trio de zaga ao lado de Paulo André e Danilo. No ataque, Denis Marques deve deixar a equipe, em razão das últimas atuações. Willian e Ferreira foram testados ao lado de Pedro Oldoni.
Santos Assim como o Atlético-PR, o Santos busca a sua primeira vitória no Brasileirão. Na primeira rodada empatou fora de casa com o Goiás, por 0 a 0. Para a partida, o técnico Wanderley Luxemburgo terá apenas o desfalque do volante Maldonado, que continua lesionado. O seu substituto será Heleno. O técnico santista afirmou que será difícil jogar sem torcedores e que o apoio das arquibancadas fará falta para a equipe dentro de campo.
SANTOS x ATLÉTICO-PR
Data: 23/04/2006, às 16h. Local: Estádio Papa João Paulo II, em Mogi Mirim (SP) Árbitro: Clever Assunção Gonçalves (MG) Auxiliares: Marco Antônio Martins e Guilherme Dias Camilo (ambos de MG)
Santos Fábio Costa; Manzur, Ronaldo Guiaro e Luiz Alberto; Fabinho, Heleno, Cléber Santana, Léo Lima e Kléber; Reinaldo e De Nigris Técnico: Wanderley Luxemburgo
Atlético-PR Cléber; Carlos Alberto, Danilo, Paulo André e Ivan (Fabrício); Alan Bahia, Erandir, Fabrício (Evandro) e Válber; Willian (Ferreira) e Pedro Oldoni Técnico: Givanildo Oliveira
Fonte: OndaRPC
Escrito por Vinícius às 20h43

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ELENCO - Ivan Ivan está feliz por voltar ao grupo
O lateral Ivan não via a hora de voltar a viajar e participar dos jogos atleticanos.
Mas a hora chegou e, nesta tarde, o jogador viajou com a equipe para Campinas. O jogo deste domingo, contra o Santos, pode ser o primeiro após as duas contusões que o jogador sofreu, no tornozelo e nas costas. Recuperado, Ivan afirmou que está feliz por voltar ao grupo e espera ter uma chance de voltar à equipe.
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Ivan está contente com sua volta |
"Estou muito feliz por estar indo para Mogi Mirim, jogar contra o Santos. É o que eu queria e a felicidade de voltar a viajar com o time é muito grande. Depois de tanto tempo longe dos gramados, só estar com o grupo já me deixa feliz, mas também espero entrar no jogo e ajudar o Atlético", disse.
Ansioso para jogar, o lateral revelou que o técnico Givanildo Oliveira ainda não conversou sobre as possibilidades para sua volta. "Ele ainda não comentou nada, a preleção vai ser lá no hotel, mas eu espero estar no banco ou quem sabe jogar. Estou preparado e se ele tiver que me usar vou fazer tudo para ajudar", afirmou. Ivan contou que não sente mais dores e espera jogar e lutar pela vaga de titular. "Estou bem, minhas costas melhoraram e espero uma seqüência boa de treinamentos para melhorar fisicamente e não sentir mais dor. Quero lutar pela vaga de titular", finalizou.
Fonte: Site Oficial do Atlético-PR
Escrito por Vinícius às 20h39

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BRASILEIRÃO Jogo não terá presença da torcida
Neste domingo o Furacão enfrenta o Santos no estádio Papa João Paulo II, em Mogi Mirim.
O time paulista foi punido depois da partida que realizou contra o Botafogo, em novembro, quando torcedores atiraram objetos no gramado. Além de não acontecer na Vila Belmiro, o jogo não receberá torcedores.
Com estádio vazio, os atleticanos pretendem conquistar os seus três primeiros pontos. "Para a nossa equipe, isso é um fator fundamental, porque o apoio da torcida é muito importante para o Santos. Mas espero que independente da torcida, a gente consiga o resultado positivo", torce o zagueiro Alex. O jogador acredita que um ponto positivo no estádio vazio é a facilidade na comunicação. "Dentro de campo você escuta o que o treinador e os seus companheiros falam", diz.
O goleiro Cléber já passou por uma experiência parecida. No ano passado, enquanto estava no Santa Cruz, o jogador disputou uma partida sem a presença do torcedor. "Joguei no ano passado contra o Gama e é uma sensação diferente, porque fica praticamente um jogo-treino. Neste jogo não teve vibração e empolgação de um jogo normal, com torcida", contou. Para o jogador, a experiência teve seu lado bom, mas também o lado ruim. "Em alguns momentos é melhor, porque quando o jogador erra não escuta o torcedor xingar, mas por outro lado, escuta todos os repórteres falando, as instruções dos dois treinadores. É um jogo diferente, mas para nós tem que ser um jogo normal para que possamos conquistar a nossa primeira vitória", completou.
Fonte: Site Oficial do Atlético-PR
Escrito por Vinícius às 20h37

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Brasileirão Jogo deve marcar estréia e reestréia no Furacão
Vencer o Santos em Mogi Mirim e espantar de vez a crise que se instalou no CT do Caju.
Esse é o objetivo principal do time atleticano para o jogo deste domingo, às 16 horas, contra o Santos. Para a partida, o técnico Givanildo Oliveira deve promover alterações nas duas laterais do Atlético.
Na direita, Carlos Alberto deve estrear com a camisa Rubro-negra, devido à suspensão de Jancarlos, expulso na partida de estréia do Furacão no Campeonato Brasileiro. Com 22 anos, o jogador foi contratado há poucos meses, depois de se destacar no Campeonato Baiano, jogando pelo Itabuna. "Espero fazer uma boa estréia com os meus companheiros. Vamos fazer o possível para buscar uma vitória. Só nós jogadores podemos tirar o time da situação em que se encontra, por isso temos que nos unir e pensar somente na vitória", afirmou Carlos Alberto.
Outra novidade pode ser na lateral-esquerda. Com Michel Bastos contundido, nos últimos jogos o titular vêm sendo Moreno, com atuações que não vêm agradando a torcida atleticana. O jogador sequer foi relacionado pelo técnico Givanildo Oliveira para a partida deste domingo. Com isso, o treinador pode optar por improvisar Fabrício na lateral (situação que já utilizou no segundo tempo dos jogos contra Volta Redonda e Fluminense), ou promover a reestréia de Ivan no time.
Depois de ser emprestado ao time ucraniano do Shakhtar Donetsk no início do ano passado, o lateral-esquerda Ivan retornou em maio para o Brasil, para fazer uma cirurgia no tornozelo. Em dezembro, quando venceu seu contrato com o time da Ucrânia, foi reintegrado ao elenco atleticano. No início do ano chegou a participar da pré-temporada com o restante do grupo, quando descobriu um escorregamento de vértebras, o que fez com que voltasse ao Departamento Médico.
Agora, totalmente recuperado, o lateral pode ser a surpresa para o jogo deste domingo e tentar ajudar o Atlético a se recuperar na temporada.
Fonte: Furacão.com
Escrito por Vinícius às 20h35

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BRASILEIRÃO - Série A Jogos de hoje
2ª Rodada - 1º Turno
16h - Corinthians 3 x 0 São Caetano - Pacaembu - São Paulo (SP) 18h10 - Fluminense 1 x 0 Goiás - Maracanã - Rio de Janeiro (RJ) 18h10 - Figueirense 6 x 1 Palmeiras - Orlando Scarpelli - Florianópolis (SC)
Escrito por Vinícius às 20h12

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BRASILEIRÃO - Série B Jogos de hoje
2ª Rodada - 1º Turno
16h - Vila Nova-GO 1 x 2 Remo-PA - Serra Dourada - Goiânia (GO) 16h - Brasiliense-DF 1 x 1 Ceará - Boca do Jacaré - Taguatinga (DF) 16h - Atlético-MG 3 x 1 Náutico-PE - Mineirão - Belo Horizonte (MG) 16h - Coritiba 1 x 1 Guarani - Couto Pereira - Curitiba (PR) 17h - São Raimundo-AM 1 x 1 Avaí - Vivaldão - Manaus (AM)
Escrito por Vinícius às 20h12

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BRASILEIRÃO - Geral Ajude musa atleticana a vencer a santista
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Modelo Flávia Augusta representa o Atlético em campeonato de musas | |
Estou aqui novamente atualizando o resultado.
Cada musa tem uma página com perfil, fotos e um vídeo do making of do ensaio fotográfico. A do Atlético é a modelo Flávia Augusta, de 23 anos, com 1,70m de altura e 55kg.
No momento*, ela compete com a representante do Santos e está em vantagem, com 54% dos votos, contra 46% da adversária. Entre na disputa e ajude a musa rubro-negra nesta batalha virtual acessando a página do Musas do Brasileirão.
* Atualizado às 11h10.
Escrito por Vinícius às 11h09

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BRASILEIRÃO Confira os convocados para o jogo contra o Santos
O técnico Givanildo Oliveira convocou 19 atletas para a segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
Neste domingo, o Rubro-Negro enfrenta o Santos, em Mogi Mirim, às 16h. A novidade fica por conta da volta do lateral Ivan.
Confira os jogadores que podem disputar a partida:
Goleiros Cléber Tiago Cardoso
Laterais Carlos Alberto Ivan
Zagueiros Alex Danilo João Leonardo Paulo André
Volantes Alan Bahia Bruno Lança Cristian Erandir
Meias Evandro Fabrício Ferreira Válber
Atacantes Denis Marques Pedro Oldoni Willian
Fonte: Site Oficial do Atlético-PR
Escrito por Vinícius às 10h56

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BRASILEIRÃO Santos deve jogar completo contra o Atlético-PR
Jogo ficará mais disputado?
O técnico Wanderley Luxemburgo afirmou nesta sexta-feira que não deverá poupar jogadores para a partida contra o Atlético-PR, que será realizada domingo, no estádio Papa João Paulo II, em Mogi-Mirim.
Para Wanderley Luxemburgo, a equipe teve tempo para ser preparada antes do início dessa maratona de jogos que intercalam Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro até o início da Copa do Mundo.
"Nós jogamos dois jogos em gramados pesados demais. Logicamente, isso causa um desgaste. Mas eu não vou poupar a equipe por causa disso. Os jogadores estão preparados. Posso dar um descanso para algum atleta que esteja propenso a ter uma lesão, mas a idéia é que a equipe está bem para suportar essa carga", disse.
Para a partida, o treinador só não poderá contar com o volante Maldonado, que se recupera de fissura no pé no departamento médico do clube.
Fonte: UOL Esporte
Escrito por Vinícius às 10h52

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 Givanildo: problemas |
BRASILEIRÃO Santos e Atlético-PR jogam para 'acordar'
 Rivais em jogos passados da Libertadores e Nacional, times agora vão a campo em busca do primeiro êxito no Brasileiro.
 O confronto entre Santos e Atlético-PR ganhou destaque nos últimos dois anos, valorizado após a acirrada disputa pelo título Brasileiro de 2004, vencida pelo Peixe somente na última rodada. O troco do Furacão veio no ano seguinte, com a classificação à semifinal da Copa Libertadores depois de duas vitórias sobre o time da Vila Belmiro.
Novamente se confrontando pela competição nacional, Santos e Atlético-PR, porém, chegam mais comedidos em relação aos anos anteriores. A ordem agora é vencer para "acordar" no Brasileiro. A "tréplica" do duelo entre as equipes acontece no domingo, às 16 horas, no estádio João Paulo II, em Mogi Mirim, sem presença de público.
Campeão estadual, o Santos quer vencer depois de um empate contra o Goiás, no Serra Dourada, na rodada inaugural do Nacional. Já o Atlético-PR sai em busca dos primeiros pontos na competição após perder em casa para o Fluminense, por 2 a 1.
Mesmo envolvido em compromisso frente ao Ipatinga-MG no meio de semana, pelas quartas da Copa do Brasil, o Santos terá sua equipe completa ante Atlético-PR. O desfalque continua sendo o volante Maldonado, que sofreu uma fissura no pé direito.
O único mistério fica por conta do parceiro de Reinaldo no ataque. Geílson e De Nigris competem pela vaga. 'Salvador' do Peixe na classificação pela Copa do Brasil, ao marcar o gol de empate ante Brasiliense, Reinaldo revelou não ter "cacoete" de artilheiro e nem preferência por um parceiro no ataque.
"Não sou jogador de brigar pela artilharia, mas estou sempre ajudando o time quando possível. É importante que tenha um atleta mais fixo na área, já que eu gosto de me movimentar bastante pelos lados. Não tenho que escolher a dupla de ataque. Isso é trabalho para o Wanderley", brincou Reinaldo, autor de seis gols na temporada.
A má fase do Furacão, que não foi bem no Campeonato Paranaense, pode impulsionar os atletas rubro-negros a reverter a situação sobre o Santos, alerta o lateral-esquerdo Kléber. "É uma nova competição e eles estão em dívida com o clube. Por isso é importante que o Santos redobre a atenção nesse jogo", disse Kléber.
A necessidade de vitória diante do Santos, um de seus maiores rivais na década, preocupa o técnico atleticano Givanildo Oliveira. "Se a torcida está ansiosa pelos resultados, eu estou ainda mais, apesar de não estar nervoso. Temos que ter regularidade, não adianta somente alguns minutos bons", analisou o treinador.
O revés para o Fluminense serviu para que o Givanildo promovesse a primeira mudança na equipe titular. O treinador estuda abandonar o esquema 4-4-2, seu preferido, pelo 3-5-2. Se isso acontecer, Alex reaparecerá entre os titulares, compondo o setor defensivo com Danilo e Paulo André.
Cotado para sair, o lateral-esquerdo Moreno, em má fase, deve dar lugar a Ivan. Outro que assume uma posição entre os onze é o lateral-direito Carlos Alberto, que substitui Jancarlos, expulso na derrota para o time carioca.
"Espero fazer uma boa estréia com os meus companheiros. Só nós jogadores podemos tirar o time da situação em que se encontra, por isso temos que nos unir e pensar somente na vitória", disse Carlos Alberto.
No ataque, o Atlético-PR não terá Dagoberto, que se recupera de cirurgia no joelho, e Rodrigão, com suspeita de hepatite. Com isso, os titulares serão Denis Marques e o jovem Pedro Oldoni. O colombiano Herrera, apresentado recentemente e em litígio com o Al-Ittihad, segue de fora dos planos da comissão técnica.
Questionado sobre jogar com portões fechados em Mogi Mirim, o treinador Givanildo Oliveira declarou: "Já joguei com portões fechados e foi horrível. É ruim porque às vezes a pressão da torcida do Santos pode ser contra eles, mas por outro lado ajuda, porque a gente escuta os jogadores".
SANTOS x ATLÉTICO-PR
Data: 23/04/2006 (domingo) Horário: 16h Local: estádio João Paulo II, em Mogi Mirim (SP) Árbitro: Clever Assunção Gonçalves (MG) Assistentes: Marco Antônio Martins e Guilherme Dias Camilo (ambos de MG) Transmissão: Globo
Santos Fábio Costa; Luiz Alberto, Ronaldo Guiaro e Manzur; Fabinho, Wendell, Cléber Santana, Léo Lima e Kléber; Geílson (De Nigris) e Reinaldo Técnico: Wanderley Luxemburgo
Atlético-PR Cléber; Carlos Alberto, Danilo, Paulo André e Ivan; Alan Bahia, Erandir, Fabrício e Ferreira (Válber); Pedro Oldoni e Denis Marques Técnico: Givanildo Oliveira
Fonte: Pelé.Net
Escrito por Vinícius às 10h50

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MERCADO Reforço do Atlético para o ataque será Warley

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Warley vai amenizar a crise pela qual passa o ataque rubro-negro
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O atacante, que fez sucesso na Baixada no final dos anos 90, deve desembarcar em Curitiba na segunda-feira.
O técnico Givanildo Oliveira começa a ter seus pedidos atendidos e o primeiro reforço a chegar no Atlético será um velho e querido conhecido dos torcedores. Na segunda-feira, desembarca em Curitiba o atacante Warley, que fez sucesso na Baixada no final dos anos 90. Aos 28 anos, Lebinha, como também é conhecido, é a aposta do Rubro-Negro para superar os problemas que o time está tendo no setor ofensivo. Além de Denis Marques em má fase, o treinador não está podendo contar com Dagoberto e Rodrigão, ambos no estaleiro, e Herrera, que não teve sua documentação regularizada.
A diretoria do Furacão não confirma a informação, mas a reportagem apurou que ele já está de mudança marcada e avisou isso aos familiares. Pessoas próximas ao jogador na capital federal garantiram a vinda dele para o Atlético. A negociação para a contratação do jogador foi facilitada por ele estar sem clube, após ter saído do Palmeiras em dezembro e por pertencer ao cartel do empresário uruguaio Juan Figer, parceiro antigo do Rubro-Negro. Após um período de estremecimento, o empresário e Mário Celso Petraglia, presidente do conselho deliberativo, voltaram a conversar, o que rendeu a chegada do meia Pezzolano.
Dispensado pelo Coritiba no início de carreira, Warley acabou aparecendo no cenário futebolístico pelo Furacão. Entre 1997 e 1998 ajudou o Atlético na transição de clube médio para um dos grandes do País, além de ter gerado recursos para a construção do novo Estádio Joaquim Américo. Vendido ao São Paulo, repetiu o mesmo sucesso e acabou indo para o Udinese-ITA, onde ficou até 2003. No regresso ao Brasil, foi campeão paulista pelo São Caetano e depois teve uma passagem discreta pelo Palmeiras, onde se desligou em dezembro. Atualmente, mantinha a forma sozinho em Brasília, onde nasceu e mora com a família.
Com a chegada de Warley, Givanildo ameniza a zica que se abateu sobre os atacantes do elenco. Primeiro foi Dagoberto, que machucou o joelho esquerdo e teve que passar por uma artroscopia e só volta em duas semanas. Depois, Denis Marques desandou a jogar mal e, por último, Rodrigão se sentiu mal e o departamento médico descobriu que ele está com hepatite e ficará parado por seis meses. Os outros atacantes do elenco, que não se firmaram ainda, são Pedro Oldoni, Willian, Cléo, Jônatas e Ricardinho.
Fonte: Paraná-Online
Escrito por Vinícius às 10h38

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Mercado Warley é o novo reforço do Atlético
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Warley jogou na Arena em 2003 pelo São Caetano e agora deve voltar ao Atlético | |
O atacante Warley deve ser o novo reforço do Atlético para a temporada 2006.
De acordo com a matéria do jornalista Rodrigo Sell, Warley chegará a Curitiba na segunda-feira para assinar contrato com o Furacão. "A diretoria do Furacão não confirma a informação, mas a reportagem apurou que ele já está de mudança marcada e avisou isso aos familiares", diz a reportagem.
Warley Silva dos Santos tem atualmente 28 anos e seu último clube foi o Palmeiras, no ano passado. Desde o início de 2006, ele está morando em Brasília, sua cidade natal, à espera de um convite. Foi no Distrito Federal que ele começou a jogar futebol, nas categorias de base do Gama.
Na metade da década de 90, foi emprestado ao Coritiba e reforçou os juniores da equipe. Chegou a atuar algumas partidas como profissional, mas o Coxa não renovou seu empréstimo e resolveu não investir em sua contratação. Em 1997, o Atlético negociou com o Gama e adquiriu os direitos de Warley, naquela época ainda chamado pelo apelido de infância (Lebinha) ou ainda por Warley Brasília. Em 98, Warley foi um dos principais destaques do Rubro-Negro no Campeonato Paranaense e ajudou a equipe a conquistar o título estadual, quebrando um jejum de oito anos. Nos jogos finais contra o Coritiba, Warley teve atuações extraordinárias, vencendo o duelo individual com o zagueiro Ronaldão, tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira.
Graças à boa fase no Atlético, Warley foi convocado para a Seleção Brasileira Pré-Olímpica e também acabou sendo negociado com a Udinese-ITA. Antes de embarcar a Itália, fez um estágio de seis meses no São Paulo. Jogou ainda no Grêmio, São Caetano e, mais recentemente, no Palmeiras.
Depois de deixar o Furacão, Warley jogou quatro vezes contra seu ex-clube. Em 2000, pela Copa João Havelange, marcou dois dos três gols da vitória do Grêmio por 3 a 0, no Estádio Olímpico. Ronaldinho Gaúcho fez o outro gol. Em 2003, atuou pela primeira vez na Kyocera Arena vestindo a camisa do São Caetano, que perdeu por 1 a 0 com gol de Jadson. No ano seguinte, ainda pelo São Caetano, Warley participou do segundo tempo da derrota de seu time por 3 a 0 para o Furacão, gols de Dagoberto, Marinho e Washington. Finalmente, no ano passado, Warley sofreu outra goleada diante do Rubro-Negro, desta vez pelo Palmeiras: 4 a 0, gols de Lima (2), Denis Marques e Finazzi.
Carreira Depois de deixar o Atlético, Warley teve altos e baixos na carreira. Em todos os clubes por onde passou, teve boas fases intercaladas com períodos ruins que o levaram para o banco de reservas. Em 2000, jogou bem no Grêmio, mas não conquistou o carinho da torcida. O mesmo já havia acontecido em sua passagem pelo São Paulo.
No Palmeiras, teve atuações brilhantes como no heróico empate por 3 a 3 contra o São Paulo no Brasileirão 2005. O São Paulo vencia por 3 a 0, mas acabou cedendo o empate. Warley entrou aos 21min do segundo tempo e foi decisivo. Foi dele o passe para o segundo gol de Gioino e foi do próprio Warley o gol de empate, num bonito chute por cobertura, aos 43min do segundo tempo. Em toda a temporada, marcou sete gols pelo Palmeiras.
Ficha técnica
Nome completo: Warley Silva dos Santos Posição: atacante Data de nascimento: 13/02/1978 Local de nascimento: Brasília (DF) Altura: 1.80m Peso: 73kg Clubes anteriores: Coritiba, São Paulo, Udinese-ITA, Grêmio, São Caetano e Palmeiras
Fonte: Furacão.com
Escrito por Vinícius às 10h35

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SELEÇÃO BRASILEIRA - Copa do Mundo Parreira diz que Telê Santana será lembrado se o Brasil levar o hexa
Telê Santana merece este título.
O técnico Carlos Alberto Parreira disse nesta sexta-feira, à Rádio CBN, que caso o Brasil venha a conquistar o hexacampeonato mundial na Alemanha, o técnico Telê Santana, morto nesta sexta-feira, em Minas Gerais, será muito lembrado.

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Parreira lembrará de Telê Santana se hexa vir
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"É um link muito bom, um futebol técnico (da atual seleção) com alguém que sempre lutou por isso. Se pudermos ganhar, é claro que o Telê será muito lembrado", disse Carlos Alberto Parreira.
Telê Santana morreu na manhã desta sexta-feira, no hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, aos 74 anos. Técnico do Brasil nas Copas de 1982 e 1986, ele não conseguiu tirar a seleção do jejum que amargava na época, mas comandou dois dos maiores times que o mundo já viu.
E foi justamente Parreira, em 1994, que conseguiu o título perseguido por Telê Santana na década anterior.
"Nós somos muito parecidos em alguns aspectos. Como o Telê, eu sou muito organizado, gosto do futebol técnico, sem violência. Nossa filosofia é muito idêntica, defendendo a camisa que a gente está usando com muita dedicação e entusiasmo. Assim, um pouco profissional, um pouco amador", acrescentou Carlos Alberto Parreira para a rádio.
Dirigindo o São Paulo no início da década de 90, Telê Santana alcançou o auge de sua carreira como treinador ao conquistar inúmeros títulos, com destaque para o bicampeonato da Libertadores e do Mundial Interclubes. Mas além dos troféus, o treinador sempre foi além e fez com que o time jogasse um futebol bonito de ser visto.
Parreira aproveitou ainda para expressar sua solidariedade com os familiares do mineiro. "Meu sentimentos para a família pelo legado como pessoa e como treinador".
Fonte: UOL Esporte - Copa do Mundo
Escrito por Vinícius às 10h25

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BRASILEIRÃO Givanildo mantém suspense na tática do Furacão
O técnico Givanildo Oliveira aproveitou o feriado de Tiradentes para realizar um treinamento coletivo no CT do Caju.
Apesar de não divulgar o time oficialmente, o treinador do Atlético já tem os onze titulares “na cabeça” e, principalmente, o sistema tático que vai utilizar.
Aliás, esse foi o grande mistério da semana no Furacão. Após uma estréia negativa contra o Fluminense na Kyocera Arena, o comandante atleticano recebeu uma porção de críticas em relação ao 4-4-2. Acostumado a atuar no 3-5-2, o time vem sentindo problemas com a adaptação a este tipo de jogo, e a volta com sistema com três zagueiros não foi descartada oficialmente por Givanildo.
O zagueiro Paulo André comentou durante a semana que os jogadores preferem o 3-5-2, mas o treinador garante que é ele quem decide. “O Paulo está certo em pensar assim, afinal eles jogam neste esquema há muito tempo. Mas nas nossas conversas durante a semana, que são sempre francas e abertas, eles escutam o que eu quero e até fazem sugestões. Porém, a palavra final é minha. A questão não é ser adepto ao 4-4-2. A dificuldade do jogo é quem vai determinar o esquema que vou usar”, disse Givanildo.
A grande novidade no time principal será a estréia do lateral-direito Carlos Alberto. Aproveitando a vaga deixada por Jancarlos, que foi expulso no jogo de estréia, o jogador foi confirmado já no início da semana. "Espero fazer uma boa estréia com os meus companheiros. Vamos fazer o possível para buscar uma vitória. Só nós jogadores podemos tirar o time da situação em que se encontra e, por isso, temos que nos unir e pensar somente na vitória", afirmou Carlos Alberto.
Se optar pelo 3-5-2, o treinador deve promover a volta de Alex ao time principal, com a provável saída de um atacante. Denis Marques, vaiado a cada jogo pela torcida, deve ser o escolhido. Como no Atlético “tudo é suposição”, o time só será definido momentos antes da partida desta domingo contra o Santos, na cidade de Mogi Mirim (o time paulista perdeu mando de campo).
Fonte: OndaRPC
Escrito por Vinícius às 10h19

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 Warley: velho conhecido. |
MERCADO Warley é o novo camisa 9 do Atlético
 Jogador é um velho conhecido da torcida rubro-negra.
 O nome do novo camisa 9 do Atlético, que chega como esperança de gols no desacreditado Furação é um velho conhecido da torcida rubro-negra. O atacante Warley chega ao clube na próxima segunda-feira, quando se apresenta ao técnico Givanildo Oliveira.
Warley atuou pelo Atlético nos anos de 1997 e 1998, quando fez dupla de ataque com Tuta. Na época, participou da campanha vitoriosa da equipe no Campeonato Paranaense de 1998, quando foi campeão.
O jogador chega para suprir os desfalques de última hora. O técnico Givanildo Oliveira, perdeu, em apenas um mês desde que está no comando da equipe, os atacantes Dagoberto, com uma lesão, Herrera, sem condição legal perante à CBF, e Rodrigão, afastado por seis meses por conta de uma hepatite.
Atualmente, Warley, que além do Furacão teve passagens pelo São Paulo, São Caetano e Palmeiras, estava em Brasília, sem clube.
Ficha Técnica
Nome: Warley Silva dos Santos Data de Nascimento: 13/02/1978 Natural de: Sobradinho (DF) Altura: 1,80m Peso: 72kg
Fonte: FutebolPR
Escrito por Vinícius às 10h17

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CT DO CAJU Boletim de Treinos - Sexta-Feira
Coletivo
No feriado desta sexta-feira, os jogadores atleticanos foram ao CT do Caju no período da tarde para realizar um treinamento coletivo. O trabalho ajudou o técnico Givanildo Oliveira a definir a equipe que enfrenta o Santos neste domingo, em Mogi Mirim. O início do treinamento aconteceu sob o comando do preparador físico Wellington Vero.
Logo em seguida, Givanildo assumiu o grupo para o trabalho coletivo. Durante o treinamento, o técnico atleticano estudou algumas possibilidades e pode surpreender na partida contra a equipe paulista. Confirmado está apenas o lateral Carlos Alberto, que fará sua estréia com a camisa rubro-negra. Para finalizar o treinamento, o assistente técnico Nilson Borges comandou um trabalho de finalização com parte do elenco atleticano.
Último Treino
O elenco atleticano volta ao campo do CT do Caju neste sábado para realizar o último treinamento antes da viagem à Campinas, onde a equipe ficará hospedada. O trabalho está marcado para às 9h.
Fonte: Site Oficial do Atlético-PR
Escrito por Vinícius às 20h02

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BRASILEIRÃO Contra o Santos, Furacão quer o fim do jejum
 Desacreditado, Atlético encara o favorito Santos, em Mogi Mirim.
 Pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o atualmente desacreditado Atlético-PR revê, neste domingo, às 16h, um time contra quem rivalizou nos dois anos passados e que (novamente) tem pose de favorito: o Santos. O jogo acontece no estádio Papa João Paulo II, em Mogi Mirim (SP), já que a Vila Belmiro está interditada devido a invasão de campo ocorrida numa partida contra o Corinthians, em 2005.
No interior paulista, o Rubro-Negro espelha-se nos placares da Copa Libertadores da América de 2005 para encerrar uma série sem vitórias que dura cinco (incluindo também o Campeonato Paranaense e a Copa do Brasil). A última foi uma goleada sobre o Cianorte, por 5 a 1, dia 5 de março, pelo torneio estadual.
Na Libertadores, após um turbulento início de competição, os atleticanos eliminaram os santistas, que estavam cotados para o título, vencendo por 3 a 2, na Kyocera Arena, e 2 a 0, na Vila Belmiro. A rivalidade, entretanto, vem de 2004, quando ambos disputaram até a última rodada o título do Campeonato Brasileiro, que ficou no litoral paulista.
Agora, o Santos é novamente o dono das apostas porque foi campeão paulista há duas semanas e largou bem no Brasileiro, empatando sem gols com o Goiás, em Goiânia, ao contrário dos paranaenses, que perderam para o Fluminense, por 2 a 1, em plena Kyocera Arena.
Na escalação do Atlético, Denis Marques corre risco de perder lugar para Willian entre os atacantes. Outra dúvida do técnico Givanildo Oliveira é na ala-esquerda: Moreno ou Fabrício. Se Fabrício jogar, Erandir será recuado para a zaga, atuando ao lado de Danilo e Paulo André. A novidade já confirmada é o lateral-direito Carlos Alberto, substituto de Jancarlos, que foi expulso na derrota para o time carioca.
No Santos, há o desfalque do volante Maldonado, que sente dores no tornozelo direito. Wanderley Luxemburgo também não revela a formação antecipadamente, mas acredita-se que o habilidoso meia Rodrigo Tabata não inicie a partida.
SANTOS x ATLÉTICO-PR
Data: 23/04/2006 (domingo) Local: Papa João Paulo II, em Mogi Mirim (SP) Horário: 16h Árbitro: Clever Assunção Gonçalves (MG) Assistentes: Marco Antônio Martins e Guilherme Dias Camilo (ambos de MG)
Santos Fábio Costa; Manzur, Luiz Alberto e Ronaldo Guiaro; Fabinho, Wendell, Cléber Santana, Léo Lima e Kléber; Geílson e Reinaldo Técnico: Wanderley Luxemburgo
Atlético-PR Cléber; Carlos Alberto, Danilo, Paulo André e Moreno (Fabrício); Alan Bahia, Erandir, Evandro e Ferreira; Pedro Oldoni e Denis Marques (Willian) Técnico: Givanildo Oliveira
Fonte: FutebolPR
Escrito por Vinícius às 19h55

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BRASILEIRÃO - Geral Ajude musa atleticana a vencer a santista
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Modelo Flávia Augusta representa o Atlético em campeonato de musas | |
"Musas do Brasileirão" é um campeonato entre modelos da Globo.com.
Elas disputam entre si a preferência do internauta, marcando pontos em confrontos diretos. Todos os 20 times da Série A têm a sua representante. As musas se enfrentam de acordo com a tabela oficial do Brasileirão 2006.
Cada musa tem uma página com perfil, fotos e um vídeo do making of do ensaio fotográfico. A do Atlético é a modelo Flávia Augusta, de 23 anos, com 1,70m de altura e 55kg.
No momento*, ela compete com a representante do Santos e está em vantagem, com 51% dos votos, contra 49% da adversária. Entre na disputa e ajude a musa rubro-negra nesta batalha virtual acessando a página do Musas do Brasileirão.
Fonte: Furacão.com
* Atualizado às 19h43.
Escrito por Vinícius às 19h43

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BRASILEIRÃO Atlético-PR ainda está indefinido
Técnico Givanildo Oliveira esconde a escalação para a partida contra o Santos.
O técnico Givanildo Oliveira ainda não definiu o time do Atlético-PR que enfrenta o Santos, em Mogi Mirim, no domingo, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. A partida ocorrerá sem a presença da torcida.
A única certeza é a presença da estréia de Carlos Alberto na lateral-direita, substituindo Jancarlos, que foi expulso na última partida. "Estou ansioso, mas vamos buscar a vitória para tirar o Atlético-PR dessa situação", declarou o jogador.
Givanildo pode surpreender e voltar ao esquema 3-5-2. Com isso, Alex, recuperado de uma pequena cirurgia, pode ganhar uma vaga no time. No ataque, o treinador estuda tirar Denis Marques e adiantar Ferreira, colocando Fabrício como titular no meio de campo. Porém, o time só será definido no treinamento dessa sexta-feira.
O zagueiro Paulo André comentou sobre a dificuldade de enfrentar o Santos. "Jogar fora de casa sem torcida é um pouco melhor, mas vai ser um jogo difícil. Precisamos recuperar os pontos que perdemos em casa, temos que jogar sempre em busca do gol", declarou.
Fonte: Fanáticos por Futebol
Escrito por Vinícius às 19h38

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ESPECIAL - Telê Santana Informações
| PERFIL DE TELÊ SANTANA |
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 Nome: Telê Santana da Silva
Nascimento: 26/07/1931, em Itabirito-MG
Estréia: em 1951, pelo Fluminense
Carreira como jogador: - Fluminense - Guarani - Madureira - Vasco
Títulos como jogador: - Estadual do Rio (1952, 1959); - Torneio Rio-São Paulo (1957, 1960)
Clubes como técnico: - Fluminense - Atlético-MG - Botafogo - Grêmio - Al-Ahly-SAL - Flamengo - Palmeiras - São Paulo
Títulos como treinador: - Taça Guanabara (1969, 1989); - Estadual do Rio (1969); - Campeão Mineiro (1970 e 1988); - Campeão Gaúcho (1977); - Campeão Árabe (1983); - Copa do Rei Árabe (1984); - Copa do Golfo (1985); - Campeonato Brasileiro (1971 e 1991); - Campeonatos Paulistas (1991 e 1992); - Copa Libertadores da América (1992 e 1993); - Mundiais Interclubes (1992 e 1993); - Recopa Sul-Americana (1993 e 1994); - Supercopa da Libertadores (1993); - Copa Conmebol (1994) |
410
 é o número de jogos em que Telê Santana esteve à frente do São Paulo, com 197 vitórias, 122 empates e 91 derrotas
4
 é o número de títulos conquistados
por Telê Santana em seus 11 anos como jogador do Fluminense
11
 é o número de títulos conquistados por Telê Santana no comando do São Paulo
- Curiosidade: Para controlar seu nervosismo nos tempos de técnico, Telê Santana tinha o costume de mastigar palitos de dente; - Decisivo: Telê, substituto de Carlyle, marcou dois gols na final do Estadual do Rio de 1951 contra o Bangu-RJ; - Comentário: Antes da derrota para a Itália em 1982, Telê Santana chegou a declarar que o sistema de marcação adversário era ultrapassado
Escrito por Vinícius às 14h51

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ESPECIAL - Telê Santana Telê Santana: da tragédia do Sarriá à consagração mundial com o São Paulo

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Telê Santana fez boas seleções, mas não conquistou a Copa
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Da dolorosa eliminação da seleção na Copa de 1982 até os anos vitoriosos no Morumbi na década de 90, técnico demonstrou toda a capacidade para montar times inesquecíveis, erguidos para serem ofensivos, coletivos e jogar bonito.
Demorou dez anos para que Telê Santana conseguisse provar que era um técnico de primeira classe, vencendo a Libertadores e o Mundial Interclubes pelo São Paulo em 1992, uma década depois da dolorosa derrota da seleção brasileira na Copa do Mundo da Espanha.
A queda contra a Itália em 1982, na partida denominada de "Tragédia do Sarriá", ameaçou, injustamente, marcar a carreira de Telê. A verdade é que, mesmo com o 5º lugar, a equipe de Zico, Falcão, Sócrates e companhia entrou para a história como uma das melhores do futebol nacional.
Mas, a despeito dos méritos de armação da seleção de 1982, Telê viu o destino de seu time criar uma polêmica discussão no futebol brasileiro, com o debate se era melhor dar espetáculo ou ganhar jogando feio.
A derrota para a Itália no hoje extinto estádio Sarriá, em Barcelona, teve contornos de drama. O Brasil, que vinha de uma campanha impressionante, parou na Itália, que até ali não havia empolgado ninguém.
Na vitória por 3 a 2, os italianos estiveram em vantagem por três vezes, com três gols do "carrasco" brasileiro Paolo Rossi. O time de Telê Santana, que precisava apenas de um empate para ir à semifinal, falhou demais na defesa e não conseguiu compensar no ataque.
"Não me arrependo de nada que tenha feito naquele dia. Tenho certeza que muita gente gostaria que eu tivesse algo de novo para contar. Mas não existe nenhum segredo. Tudo que tinha que ser feito, foi feito", contou Telê Santana, em entrevista para o livro biográfico "Fio de Esperança", do jornalista André Ribeiro.
Mesmo com o trauma da eliminação na Espanha, Telê Santana voltou à seleção para a Copa seguinte, para satisfação popular, assumindo o cargo que passara rapidamente pelas mãos de Carlos Alberto Parreira e Evaristo de Macedo. Para isso, o treinador foi obrigado a rescindir um rentável contrato com o Al-Ahly, da Arábia Saudita.
Pela primeira vez na história do futebol brasileiro, um técnico derrotado numa Copa era chamado para voltar a dirigir a seleção.
No Mundial do México, nova eliminação antes da semifinal. E, com alguns remanescentes do time de 1982 em campo, a seleção de Telê Santana viu nascer um novo trauma na derrota dramática nos pênaltis contra a França de Michel Platini.
Redenção no Morumbi Depois da experiência em duas Copas do Mundo, Telê Santana viu sua carreira voltar aos clubes. As passagens por Atlético-MG, Flamengo e Palmeiras não foram das mais vitoriosas, e a fama de "pé-frio" seguia a incomodar o treinador mineiro.
Em 1990, Telê Santana assumiu o São Paulo para um desafio que parecia definitivo na sua vida. O clube vinha em um péssimo momento, com uma campanha vexatória no Paulistão daquele ano nas mãos do técnico uruguaio Pablo Forlán.
Logo nos primeiros meses, começou a modelar a equipe vencedora do São Paulo. Mas o ano acabou com o vice-campeonato brasileiro, perdendo a final para o rival Corinthians.
A série impressionante de títulos de Telê Santana no Morumbi começou com a glória no Brasileiro de 1991, batendo o Bragantino, de Carlos Alberto Parreira, na decisão. No mesmo ano, o clube fez uma campanha irrepreensível no Paulista e se vingou do Corinthians.
Nesse ano, o futebol de alguns jogadores começava a aparecer. Na incrível geração do Morumbi, a obstinação do treinador "fez" jogadores como Cafu, modelou o talento de Raí e resgatou a capacidade de Müller. Só para citar alguns exemplos.
Em 1992 o São Paulo de Telê Santana "varreu" quase todas as taças disponíveis. A primeira delas foi a Libertadores, voltando a despertar o interesse do brasileiro para a competição. O time do Morumbi também voltou a conquistar o Paulistão e levantou seu primeiro Mundial, superando o Barcelona.
No ano seguinte, o São Paulo repetiu a "dobradinha" Libertadores e Mundial, chegando ao ápice do futebol coletivo e ofensivo. De quebra, mais uma taça, a da Supercopa. A mudança de peças na equipe titular não parecia representar nada no time de Telê Santana. Nem mesmo a saída de Raí, referência do meio-campo, para o futebol europeu, abalou taticamente a equipe.
O sucesso no São Paulo fez Telê Santana voltar a ser reconhecido internacionalmente. Tanto que o brasileiro chegou a receber proposta para suceder o holandês Johan Cruyff no comando do Barcelona. Na época, o técnico recusou a oferta.
O São Paulo chegou à terceira final de Libertadores consecutiva em 1994, mas a derrota para o Vélez Sarsfield no Morumbi evidenciava a queda do "super-time" de Telê Santana. Naquele ano, o clube só não passou em branco em taças por causa da conquista do "expressinho", equipe de reservas, na Copa Conmebol.
Telê Santana deixou o São Paulo em 1996, quando sofreu uma isquemia cerebral dias depois do empate com o Rio Branco, na primeira rodada do Paulistão.
O desfecho da relação de Telê Santana e o São Paulo não foi dos mais bonitos. O ex-treinador, revoltado com o suposto descaso do clube em relação a seu tratamento médico, processou os antigos patrões na Justiça. Acabou recebendo R$ 300 mil num acordo entre os advogados.
Fonte: UOL Esporte
Escrito por Vinícius às 14h39

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ESPECIAL - Telê Santana Telê Santana: obstinação como jogador lhe rendeu o apelido de "Fio de Esperança"

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Telê Santana defendeu com bravura a camisa do Fluminense
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Ponta-direita do Fluminense ganhou o slogan famoso num concurso popular promovido por um jornal carioca em meados da década de 50; dedicação e garra reconhecidas num tempo de fartura de craques no futebol do Rio de Janeiro.
O jogador Telê Santana, que viveu a melhor fase de sua carreira com a camisa do Fluminense nos anos 50, jamais chegou a ser convocado para a seleção brasileira. Mas, mesmo na época em que brilhavam Zizinho, Jair Rosa Pinto e Julinho Botelho, o ponta-direita conseguiu virar ídolo da torcida tricolor graças a maior de suas virtudes: a obstinação.
Em meados da década de 50, Telê, um jogador franzino de 57 kg, era chamado de "Fiapo" e "Tarzan das Laranjeiras". No entanto, na avaliação do dirigente Benício Ferreira, o jogador do Fluminense merecia um apelido mais digno de seu valor como atleta.
Ferreira acabou convencendo o amigo Mário Filho, diretor do "Jornal dos Sports", a organizar um concurso que escolheria um novo apelido para o jogador. O tema era: "Dê um slogan para Telê Santana e ganhe 5 mil cruzeiros".
Até o final do concurso, que durou algumas semanas, mais de quatro mil sugestões de apelidos foram enviadas à redação do jornal. Três leitores terminaram empatados no primeiro lugar, com os slogans "El todas", "Big Ben" e "Fio de Esperança".
Mas foi o último deles que acabou adotado pela torcida do Fluminense, que via em "Fio de Esperança" a pecha correta para descrever um jogador que, apesar de magro e pequeno, jamais desistia em campo, mesmo quando tudo apontava para uma derrota.
Há quem diga que o leitor inventor do apelido se inspirou no filme de John Wayne The high and the might, que em português ganhou o título de "Fio de Esperança".
Era uma história de um comandante de avião, interpretado por Wayne, e as dificuldades enfrentadas num vôo de Los Angeles a San Francisco. O filme foi premiado com sete estatuetas na cerimônia do Oscar.
Pelo Fluminense, o determinado ponta-direita Telê Santana conquistou quatro títulos, o Estadual do Rio de Janeiro, em 1951 e 1959, e o Torneio Rio-São Paulo, nos anos de 1957 e 1960.
Ao todo, Telê fez 522 partidas e marcou 151 gols pelo Fluminense até 1961, quando deixou o clube para jogar por Vasco e Guarani, encerrando a carreira.
Telê também praticamente inventou, no futebol brasileiro, a figura do ponta que recuava para auxiliar o meio-campo, estilo tático consagrado pelo canhoto Zagallo mais tarde no Flamengo, no Botafogo e na seleção brasileira.
Fonte: UOL Esporte
Escrito por Vinícius às 14h38

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ESPECIAL - Telê Santana Morre Telê Santana, uma vida de devoção ao bom futebol

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Telê Santana deixa legado de taças e entrega ao futebol; veja fotos
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Mineiro de Itabirito, falecido nesta sexta-feira, deixa legado de entrega por um esporte melhor.
O histórico de Telê Santana reúne momentos distintos, de xodó da torcida do Fluminense como jogador, à fatalidade em duas Copas pelo Brasil, até a consagração no "super-São Paulo" dos anos 90.
De "Fio de Esperança" a "pé-frio" até chegar a "mestre". Telê Santana, morto na manhã desta sexta-feira no hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, aos 74 anos, carregou muitos rótulos durante a carreira vencedora como jogador e técnico. No entanto, o comandante brasileiro nas Copas de 1982 e 1986 e herói são-paulino na década de 90, deixa ao futebol um legado que transcende seus apelidos.
Telê Santana tinha a saúde debilitada desde o começo de 1996, quando sofreu uma isquemia cerebral durante exames de rotina. Desde então, passou maior parte de seu tempo em repouso ao lado de seus familiares. Em 2003, na mais grave decorrência de sua doença, teve parte da perna esquerda amputada após uma cirurgia de revascularização.
O ex-treinador estava internado em Belo Horizonte com uma grave infecção abdominal desde o último dia 25 de março, quando passou mal em casa. Desde então permaneceu no CTI (Centro de Terapia Intensiva) sedado e respirando com a ajuda de aparelhos. A morte foi causada por falência múltipla dos órgãos, de acordo com a assessoria de imprensa do hospital.
Tanto como atletas quando treinador, Telê Santana se caracterizou por brigar por um futebol melhor, justo e bonito. A batalha por esportividade, beleza técnica e lealdade talvez tenha sido a maior contribuição desse mineiro da pequena Itabirito ao jogo que tanto se devotou.
Na época de jogador, orgulhava-se de respeitar a de ter ganhado o troféu Belfort Duarte, que era concedido no passado a atletas exemplos de disciplina. Como treinador, desenvolveu um perfecionismo que abrangia quase todos os detalhes técnicos do futebol, do cuidado com a grama do centro de treinamento à cobrança quase militar sobre seus comandados em ralação a fundamentos básicos, como o passe.
Mas não há como falar de Telê Santana sem mencionar seus inúmeros feitos esportivos. O mais importante deles como jogador aconteceu em 1952, com a conquista da Copa Rio, espécie de Mundial de Clubes da época, com a camisa do Fluminense.
Como jogador, Telê Santana não chegou a ser brilhante. Tanto que nunca foi convocado para a seleção. Era um ponta-direita de boa técnica, inteligência tática e muita movimentação e foi um dos primeiros atacantes a perceber a importância da marcação, recuando para fechar o meio-campo e impedir os avanços dos adversários. Jogava com muita vontade, correndo os 90 minutos de forma impressionante. Graças à essa vontade - e alguns títulos -, entrou para a galeria dos heróis tricolores.
No clube carioca, Telê era conhecido como "Fio de Esperança", por ser um jogador franzino (de 57 kg), mas que jamais desistia. Ainda como jogador, defendeu as camisas de Guarani, Madureira e Vasco.
Telê ganhou um lugar no time principal do Fluminense em 1951, ano em que o clube conquistou o título carioca. Na final, com Carlyle suspenso, o técnico Zezé Moreira deslocou o jogador mineiro para o comando de ataque, e ele não decepcionou, marcando os gols da vitória sobre o Bangu (2 a 0).
Escrito por Vinícius às 14h19

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| PONTO BAIXO: COPA DE 1982 |
 A "tragédia de Sarriá", com a derrota para a Itália e a conseqüente eliminação brasileira na Copa do Mundo de 1982, marcou o momento mais triste da carreira de Telê Santana como treinador.
Havia muita expectativa sobre geração virtuosa de Zico, Falcão, Sócrates (foto) e companhia, que encantou a Espanha na 1ª fase, mas sucumbiu nos pés do italiano Paolo Rossi no confronto de Barcelona, que decidia uma vaga na semifinal. | Ainda como um jovem treinador, Telê Santana entrou para a história do futebol nacional ao liderar o Atlético-MG ao título da primeira edição do Campeonato Brasileiro.
Por clubes, triunfou nos quatro centros mais importantes do país: no Rio de Janeiro, com o Fluminense (1969), em Minas Gerais, com o Atlético-MG (1970 e 1988), no Rio Grande do Sul, com o Grêmio (1977) e finalmente com o São Paulo, no Paulistão (1991 e 1992).
Foi justamente com o São Paulo que o treinador viveu o apogeu de sua carreira, construindo e modelando a geração mais vencedora da história do clube. No começo dos anos 90, o time de Telê Santana varreu praticamente todos os títulos disponíveis, dominando o Estado, o país, o continente e o mundo.
Com um futebol vistoso, que cultuava o jogo coletivo e solidário, o São Paulo de Telê Santana despertou o interesse do brasileiro para a Copa Libertadores, vencendo o título sul-americano duas vezes seguidas, em 1992 e 1993.
Nos mesmos anos, o time de Telê Santana superou duas potências européias, Barcelona e Milan, e suas respectivas posturas de empáfia em relação aos sul-americanos. Ao mesmo tempo, o São Paulo, com a conquista do bicampeonato mundial, alçou o futebol brasileiro de volta ao topo, numa época de escassez de taças e pessimismo pré-tetra.
Cerca de dez anos antes, o culto de Telê Santana ao futebol bem jogado moldou uma das mais célebres seleções da história do Brasil. Em 1982, o super-time de Zico, Falcão e companhia encantou o mundo, mas caiu diante da Itália na Copa da Espanha. Do famoso fracasso do estádio Sarriá nasceria uma das mais polêmicas questões do futebol nacional: é mais importante jogar bonito ou ganhar?
| PONTO ALTO: SÃO PAULO |
 Telê Santana deixou a fama de "pé-frio" para trás com sua gestão no São Paulo, de 1990 a 1995. Ao todo, o técnico liderou a equipe na conquista de 11 competições.
Os mais importantes deles foram os bicampeonatos da Libertadores e do Mundial Interclubes. Telê também triunfou com o São Paulo no Brasileiro de 1991 e em duas edições do Paulistão.
No âmbito sul-americano, mais quatro taças: duas Recopas Sul-Americanas, uma Supercopa da Libertadores e uma Conmebol. De quebra, conquistas nos torneios internacionais Ramón de Carranza e Teresa Herrera de 1993 (goleando Barcelona e Real Madrid, respectivamente, por 4 a 1 e 4 a 0). | Quatro anos depois, Telê Santana voltou ao comando da seleção com muitas das peças da seleção de 1982. Com mais uma eliminação precoce, contra a França nas quartas-de-final, o Brasil viu nascer o fantasma da derrota nos pênaltis, que só seria exterminado na conquista do tetra.
Dois fracassos seguidos em Copas renderam a Telê Santana a injusta pecha de "pé-frio". Foi só com o trabalho minucioso no São Paulo, cobrando seus atletas a cada passe ou cruzamento durante os treinos, que o treinador do "dia-a-dia" viu seu mérito reconhecido, deixando a fama de perdedor para passar a atender por "mestre".
Na incrível geração do Morumbi, a obstinação do treinador, que brigava até pela condição dos campos do Centro de Treinamento do São Paulo, "fez" jogadores como Cafu, modelou o talento de Raí e resgatou a capacidade de Müller. Só para citar alguns exemplos.
Por ironia do destino, numa espécie de compensação tardia a uma injustiça dos deuses do futebol, o time de Telê Santana deu à seleção tetracampeã mundial em 1994, cinco jogadores (Zetti, Cafu, Ronaldão, Raí e Müller).
No começo de 1996, uma isquemia cerebral afastou Telê Santana do comando do São Paulo. A família do treinador alega erro médico, pois tudo aconteceu quando o mineiro realizava exames de rotina.
Telê Santana foi submetido no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia a dois exames que, segundo especialistas, não eram a melhor opção inicial para o seu caso, e ambos com risco potencial de provocar um AVC isquêmico.
Depois do incidente, o São Paulo esperou o retorno do comandante por algum tempo, mas o treinador não conseguiu se recuperar. Assim, o então interino Muricy Ramalho acabou promovido. Meses depois, Telê Santana assinou com o Palmeiras para ser diretor-técnico, mas não chegou a assumir, em razão das mesmas dificuldades de saúde.
Desde então, Telê Santana passou maior parte de seu tempo em repouso ao lado de seus familiares. Em 2003, na mais grave decorrência de sua doença, o já ex-treinador teve parte da perna esquerda amputada após uma cirurgia de revascularização.
Do sofá da sala de sua casa, Telê Santana assistiu à nova consagração do São Paulo na Libertadores e no Mundial de Clubes, em 2005. Na época, o ex-treinador fez questão de dizer que a equipe tricolor era tão boa quanto a sua dos anos 90, num gesto de desprendimento do passado glorioso e, claro, de esportividade.
Fonte: UOL Esporte
Escrito por Vinícius às 14h18

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ESPECIAL - História da Copa do Mundo 1978 - O Brasil é o campeão moral e a Argentina conquista a taça
A Copa da Argentina marcou o fim de uma era na história dos mundiais.
É que esta foi a última disputada por 16 seleções. A seguinte em 1982, na Espanha, já teria 24 participantes. Ela também representou o primeiro título mundial argentino e como em 1966, muitos disseram que as arbitragens favoreceram os donos da casa. O progresso foi detalhe importante deste Mundial, já que nele ocorreram as transmissões via-satélite para o mundo inteiro ao vivo e a cores. Outra novidade foi a classificação de seleções com pouco destaque no cenário do futebol, como o Irã e a Tunísia.
O jogo de abertura da Copa de 1978 seguiu a tradição partidas iniciais dos Mundiais de 1966, 1970 e 1974. A Alemanha Ocidental e a Polônia empataram sem gols diante de 66 mil pessoas no Estádio Monumental de Nuñez. O Brasil, dirigido por Cláudio Coutinho, estreou contra a Suécia, em Mar del Plata. O péssimo gramado aliado a má atuação da equipe canarinho contriburiam para um empate em 1 a 1. O resultado até que p |
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